Arquivo da categoria ‘Filme da Semana’

Sinopse: Na segunda parte do final épico da série, a batalha entre o bem e o mal no mundo da magia se torna uma guerra entre centenas de bruxos. Os riscos nunca estiveram tão altos e nenhum lugar é seguro o suficiente. Assim, Harry Potter precisa se apresentar para fazer o seu último sacrifício, enquanto o confronto final com Lorde Voldemort se aproxima. Tudo acaba aqui.

Deixa eu ver como posso comecar. Acabei de chegar do cinema, são exatamente 0h56, e cá estou eu sentado defronte meu computador, ainda tentanto fazer a ficha cair. Como os próprios cartazes “dizem”, tudo termina, infelizmente. Não tenho palavras concretas que consigam expressar o que foi acompanhar toda a trajetória da saga durante esses longos, porém divertidos, 10 anos. Me lembro como se fosse hoje o dia em que vi ‘A Pedra Filosofal’, em DVD, desde então passei a acompanhar fervorozamente as estréias dos filmes seguintes, assistindo todos nas estréias. Mas foram os livros que mais me influenciaram, posso afirmar com toda a certeza do mundo que senão fossem os livros do Harry Potter, eu não teria a leitura como um hobbie hoje em dia. Até por que os livros do Harry foram o primeiros livros que li por livre e espontânea vontade, ao contrario dos livros da época de escola.

A segunda parte d’As Relíquias da Morte’, começa exatamente onde parou a primeira parte (!), se fossemos assistir as duas partes seguidas, poderia ser facilmente definido como um filme de cerca de 5 horas de duração. A quem ainda diga, mesmo depois de ter visto o ultimo filme, que a decisão da Warner de dividir o filme em duas parte foi única e exclusivamente focada nos lucros. Não tão sou inocente a ponto de afirmar que os lucros não influenciaram na decisão, mas no fim das contas, as duas partes fecharam com chave de ouro a saga mais longa da história do cinema. É meio estranho compreender que não terei mais filmes para aguardar ansiosamente, no entanto, fico feliz em fazer parte da legião de fãs espalhados  mundo afora, que cresceram e amadureceram, juntamente com os personagens. Os filmes eram como uma espécie de companheiros, ou até mesmo um refúgio. Me sinto orfão.

Com a história quase toda esclarecida de maneira minunciona na primeira parte, a segunda fica com toda a adrenalina, sendo, de longe, o melhor filme da franquia. Algumas cenas, quando interrogam o Grampo e o Sr. Olivaras por exemplo, apresentam uma ligeira pausa entre as falas dos personagens deixando a tensão correr à solta, prendendo a atenção do público. Não tive nem tempo de chorar, por que as situações mudam rapidamente, não de uma forma ruim. Aqui tudo está em outro patamar, a atuação do trio principal é espetacular, os personagens secundários vez ou outra dão as caras para roubar a cena (destaque para a Profª Minerva). Juntando as duas partes, é inégavel o numero de personagens que foram mortos, ao invés de ter um momento longo e dramático em cada morte (na parte 2), há olhares preocupados e desesperados em parar aquela situação. A lógica do capitulo final é que se houve uma perda, é necessário juntar forças e seguir em frente para que nenhuma outra vida seja tirada em vão. Como o próprio Neville fala no filme,  as pessoas morrem, mas elas sempre estarão conosco, de alguma forma.

Os efeitos especiais estão impecáveis como ja era de se esperar. Algo que eu esperei um pouco mais, foi o 3D, mas mesmo assim o resultado é bastante satisfatório, já existem várias cenas de combates com feitiços voando para todos os lados. Assim como no livro, Voldemort ganhou mais espaço no longa, sendo um vilão mais ‘palpável’, interprado majestosamente por Ralph fiennes. Fazia tempo que não assistia um filme no cinema cujo público estava tão concentrado nas horas tensas, e  vez ou outra saiam alguns gritos e palmas de eufória mesmo nas cenas das batalhas, que nem de longe foi inaprópriado. Esse é também o filme mais violento de todos, vide a cena em que a cobra Nagini entra em ação para matar um personagem importante da história.

Conclusão.  O oitavo e último filme da Saga conclui a história de forma fanstástica, e prova que mesmo depois de 10 anos, continua surpreendendo os espectadores, até mesmo os que leram o livro pois as cenas são representadas de uma forma tão fiel ao livro que só um fã de verdade entende como é assistir algo exatamente como você havia imaginado. Um filme que foi um incrível presente para os fãs. Super Recomendadíssimo!!

Um pequena comparação, com o trio protagonista dos filmes, abaixo:

E que venham as maratonas de Harry Potter!!

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Hélio


A última chance da terra.

Sinopse: Os Autobots, liderados por Optimus Prime (Peter Cullen), participam de missões secretas ao lado dos humanos, onde tentam exterminar os Decepticons existentes no planeta. Um dia Optimus descobre que os humanos lhe esconderam algo ocorrido no lado oculto da Lua. Trata-se da queda de uma espaçonave vinda de Cyberton, comandada por Sentinel Prime (Leonard Nimoy), que desencadeou a corrida espacial entre Estados Unidos e União Soviética na década de 60. Os Autobots resolvem ir à Lua para resgatar o antigo líder, além das cápsulas que ainda estão no local. Paralelamente, Sam Witwicky (Shia LaBeouf) vive com sua nova namorada, Carly (Rosie Huntington-Whiteley), e está à procura de emprego. Ele sente-se diminuído, já que salvou o planeta duas vezes e ganhou uma medalha do presidente Barack Obama, mas nada disto parece ajudá-lo a se estabelecer no mercado de trabalho. Para piorar, Carly ganha bem e é assediada pelo chefe, o bilionário Dylan Gould (Patrick Dempsey). Pouco depois de enfim conseguir emprego, Sam recebe uma mensagem de Jerry (Ken Jeong), que trabalha no mesmo lugar. Jerry trabalhou na NASA durante a corrida espacial e agora é chantageado pelos Decepticons, que o matam. O fato faz com que Sam procure mais uma vez os Autobots, mas apesar de seus feitos do passado ele encontra resistência da nova comandante, Marissa Faireborn (Frances McDormand).

Obs.: O texto abaixo pode conter spoilers sobre o filme.

Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come!

Cerca de duas semanas após a estréia (01/07), fui, finalmente, assistir o terceiro ‘Transformers’. Cheguei no cinema esperando um clima mais tranquilo pois ja fazia algum tempo que ele estava em cartaz, porém não foi bem assim quando cheguei lá. Ambas as sessões para as versões 2D e 3D estavam esgotadas, sorte que a 3D esgotou pouco depois de eu conseguir comprar o ingresso (ufa!), o que dá entender que o filme tá com bastante público ainda, um pouco disso pode ser facilmente explicado pelo fato de que estamos no periodo das férias escolares, but whatever! Vamos ao que realmente importa!

Posso definir o filme, até a trilogia também, em uma frase, mas antes disso falemos um pouco de como foi a experiência 3D. Tenho que admitir, foi um dos melhores 3D, desde ‘Avatar’ é claro. Houve uma cena, (pode parecer meio estúpido mais foi verdade) mais especificamente na luta entre o Optimus e o Sentinel Prime, em que quase senti o corte da espada no meu rosto. A utilização dos efeitos tridimensinais dão um ar renovado para a franquia, obtendo uma ilusão de profunidade de campo boa e explosões cujo destroços insistem em sair da tela.

A história dessa vez tenta se aproveitar de um fato histórico, a corrida espacial entre a URSS e os EUA para chegar a Lua, como desculpa para explodir carros e fazer prédios enormes virem abaixo um filme de cerca de duas horas e meia com ação do começo ao fim. Cá entre nós, a história nunca foi o forte da franquia ‘Transformers’, que atire a primeira pedra quem chegou a falar algo como ‘vou ver Transformers por que a história parece ser legal’, aposto como sempre foi ‘vou ver Transformers porque os efeitos especiais estão ótimos!’, esse ultimo foi o que eu pensei antes de ver os três filmes, e provavelmente pensarei a mesma coisa se vier um quarto.

Ela grita e corre tão bem quanto a Megan. Não decepciona.

O filme é, e não é previsível, acontece o que você acha que vai acontecer, mas de uma maneira diferente. Reparei que o filme nem sequer toca no assunto dos filmes passados, ou seja, daria pra ser um filme “solo”, não parece o encerramento de uma trilogia, se é que eles irão parar no terceiro. Aparecem alguns carros novos, destaque para a ágil e linda Ferrari e uma versão meio “bat-móvel” do próprio bumble-bee, é como se ele se transformasse parcialmente, apenas deixando amostra as armas, o resultado é uma espécie de tanque de guerra estiloso.

Conclusão. É um filme pra quem quer se divertir sem nenhuma exigência extra (ou seja, “Ótimo pelos efeitos”). Pra quem adora ver tudo explodindo e cenas de ação de tirar o fôlego, vai chorar de emoção. Destaque para a cena em a “serpente-robô” parte um prédio gigante ao meio, é muito louca. Foi inevitável, mas na hora lembrei do ataque dos vermes malditos, ri sozinho no cinema, foi um tanto quanto estranho, mas ok.  Enfim, se forem assistir, que seja em 3D, se não, nem veja realmente vale o ingresso! Recomendo.

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HélioAraújo

[Review] Kung Fu Panda 2

Publicado: 4 de julho de 2011 em Cinema, Filme da Semana

Estive meio sumido do blog, mas vo tentar  aumentar o fluxo de posts!

O texto abaixo pode conter spoilers sobre o filme.

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Sinopse: Po (Jack Black) vive o sonho de ser o dragão guerreiro, protegendo o Vale da Paz ao lado dos mestres Shifu (Dustin Hoffman), Tigresa (Angelina Jolie), Macaco (Jackie Chan), Víbora (Lucy Liu), Louva-deus (Seth Rogen) e Garça (David Cross). Sua vida pacata chega ao fim quando surge um novo inimigo, o lorde Chen (Gary Oldman), que possui uma arma secreta capaz de permitir a conquista da China e provocar o fim do kung fu. Para impedi-lo, Po e os Cinco Furiosos precisam cruzar o país e derrotá-lo.

Depois de um primeiro filme razoável, a Dreamworks apresenta uma sequência mais dinâmica, engraçada e frenética. A primeira cena a aparecer durante um longa é a apresentação da história do vilão em uma animação em 2D que combinou bastante com o filme,  mostrando traços e cores referente ao país. Isso me fez lembrar um pouco de “Mulan”, da Disney, que também é ambientado na China.

Na sequência, é dado uma importância maior ao passado de Poo, esclarecendo duvidas que surgem no decorrer do longa sobre o que aconteceu com os seus pais verdadeiros. Um cena que achei simples e engraçada, é quando o Poo desabafa para a Tigresa que descobriu que o Ganso não era o pai dele,  “Deve ter sido um choque e tanto pra você..” . Só pra vocês terem uma ideia do quanto o filme tá ‘acelerado’, a luta contra o vilão começa por volta dos primeiros 25 minutos, tendo apenas algumas pequenas pausas no meio do caminho para explicar melhor a história e até pra respirar um pouco, pois tudo acontece muito rápido (estou me referindo às cenas de ação).

Cenas de ação, outra coisa que eu gostei pra caramba, apesar de algumas serem rápidas demais, são bastante satisfátorias. Parece que você está dentro de um daqueles filmes de Kung Fu (duh), de tanta pancadaria que tem, e o melhor, com uma pitada extra de humor durante tudo isso. As cenas onde são utilizadas os fogos de artificios são ótimas, pena que não pude ver o filme em 3D, pelo o que percebi o efeito tridimensional estava bem feito.

Conclusão. Kung Fu Panda 2 trás tudo o que uma boa sequência tem de fazer, mais ação, mais drama, mais história (mesmo que simples), mais piadas, ou seja, mais tudo. Algo que me surpreendeu foi que no final fiquei emocionado (não chorei xD)  com a cena em que o Poo abraça o pai e diz que ele é o seu verdadeiro pai. Os únicos filmes de animação que me fizeram ficar desse jeito foram “Up – Altas Aventuras” e “Toy Story 3” (nesse eu chorei, eu e a sala toda né), ambos da Pixar. Recomendo!

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É isso ai, Dreamworks chegando pra mostrar que não vai deixar barato para a concorrência. Pixar que se cuide, me disseram que “Carros 2” foi o primeiro deslize do estúdio, não vi ainda, mas quando ver, postarei meus comentários sobre o filme!

Hélio

[Review] Pânico 4

Publicado: 9 de maio de 2011 em Cinema, Filme da Semana

Sinopse: Em ‘Pânico 4’, Sidney Prescott (Neve Campbell) agora é autora de um livro de auto-ajuda, e retorna para Woodsboro na última parada de sua turnê para promover o lançamento. Lá, ela reconecta-se com o sherife Dewey (David Arquette) e Gale (Courteney Cox) – agora casados – assim como sua prima Jill (Emma Roberts) e sua tia Kate (Mary McDonnell). Infelizmente, o retorno de Sidney também traz Ghostface de volta, colocando Sidney, Gale e Dewey, junto com Jill, seus amigos e toda a cidade de Woodsboro, em perigo. Inspirado em vários filmes de terror, o assassino retorna, mas desta vez, as regras são baseadas no novo clichê.

Obs.: O texto abaixo poderá conter spoilers sobre o filme.

Depois de cerca de 11 anos após a estréia do terceiro filme da franquia, chega aos cinemas o que seria o retorno do bom e velho suspense? Ou melhor, o bom e velho porém atualizado suspense? Hein? Como aconselharia nosso caro amigo Jack, o estripador, irei por partes. A grande inovação do primeiro “Pânico” foi a sacada, do diretor, de fazer um filme de suspense onde os próprios personagens tirariam sarro da previsibilidade do desfecho do filme, ou melhor, dos clichês presentes nos filmes, isso tudo sem perder o tom de suspense. O primeiro filme é ótimo, na segunda e na terceira parte é perceptível a queda do ritmo mas ainda sim sáo bons filmes. Agora, o quarto e o que talvez será primeiro de um nova trilogia, é sem duvida a prova de que a franquia ainda tem muito pra mostrar e dar um banho nos lixos que têm saido ultimamente para os fãs de terror/suspense.

O filme todo segue o mesmo modelo que tornou o primeiro famoso, só que a diferença está na ‘modernização’ desse modelo, até por que como diz no cartaz ‘Nova década. Novas regras’. Imprevisível desde a primeira cena, onde somos enganados nada mais do que 2 vezes com a brincadeira de filme dentro do filme, só da cena inicial o filme já tinha me ganhado, fiquei com medo de no decorrer da sessão eu viesse a mudar de idéia, felizmente, isso não aconteceu.

Algo que achei engraçado que é o quarto ‘Pânico’ brincou, bastante, a franquia ‘Jogos Mortais’ e pra falar a verdade eu até que concordo com o que foi dito pelos personagens “…depois do quarto filme virou uma sessão de tortuta interminável e sem sentido…”. Toda essa brincadeira é feita indiretamente, o filme que eles ‘criticam’ é o ‘Stab’ (‘Apunhalada’, filme feito baseado na hitoria da Cindy em ‘Pânico 2’ senão me engano..).

Conclusão. O quarto filme é um ótimo recomeço para uma franquia clássica de suspense e que assim como agradou aos fãs naquela época, tomou uma nova roupagem para agradar aos fãs dessa década. Ele só perde para o filme original mesmo, sendo bem melhor do que as partes 2 e 3. Imprevisível do comeco ao fim, despertando curiosidade do espectador, ‘Pânico 4’ consegue se destacar pela sua criatividade e agradará aos fãs da trilogia original com certeza. Recomendo!

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Sexta-feira teremos a Review de ‘Thor’.

See ya!

Hélio

[Review] – Rango

Publicado: 4 de abril de 2011 em Cinema, Filme da Semana

Sinopse: Rango (Johnny Depp) é um camaleão da cidade grande que vai parar, após um acidente, em pleno velho oeste, na cidade de Poeira no deserto do Mojave, na Califórnia. De uma hora para outra, sua rotina de animal de estimação mudou radicalmente e agora ele precisa deixar a vida “camuflada” para enfrentar os perigos existentes no mundo real, fazendo com que ele vivencie a experiência de fazer amigos, conhecer inimigos e até, quem sabe, se tornar um herói

Obs.: O Texto pode conter spoilers dos filmes ‘Rango’ e ‘Como Treinar o seu dragão’.

Primeiro de tudo, apesar de ser um filme de animação ele não é, em sua essência, um filme infantil. Os últimos filmes de  animações que eu tinha assistido que tinham esse tom mais sério como predominante foram ‘Toy Story 3’ e ‘Como treinar o seu  dragão’, nesse último, fiquei surpreso pelo personagem protagonista ter uma perna amputada ao final do longa, nunca  imaginei que veria uma animação com tal situação.

Enfim, falemos de ‘Rango’, algo que reparei durante o filme é que ele não  possui nenhum personagem fofo e muito menos bonito (tendo como base os personagens de animações da Disney, por exemplo), isso acaba fazendo sentido se formos analisar os bichos e onde vivem  (sapos, lagartos, ratos e aves vivendo no meio de um deserto). A ‘falta’ da beleza estereotipada nos personagens é compensada  pela riqueza nos detalhes da composição dos mesmos, o realismo das sombras e luzes nos animais é incrível.

O longa é repleto de referências aos filmes de faroeste, quem não lembra da famosa cena de um duelo ao meio dia? Ou de uma perseguição à uma carruagem em meio à um desfiladeiro? Uma personagem em especial, creio eu, foi totalmente retirada de um filme: “Bravura Indômita”, a ratinha com tranças. Eu não cheguei a assistir esse filme, apenas o trailer, mas a semelhança é inegável, até na personalidade. Se fomossemos escolher um personagem mais ‘bonito’ ou ‘fofo’ seria ela. Até Star Wars é homenageado, na cena da perseguição, a trilha sonora parecida e até o vôo dos morcegos lembra as naves.

As corujas, além de narrarrem a história, são um ótimo alívio cômico!

O protagonista segue aquela velha proposta de que tem de se perder para se encontrar, ressaltando aquele conhecida pergunta que todos nós já nos fizemos um dia: “Quem sou eu?”. A história se desenrola com essa premissa, o protagonista fazendo a construção de um personagem, o Rango no caso (ele mesmo cria o nome, o seu nome verdadeiro nem é citado).

Conclusão. É sem medo que afirmo que ‘Rango’ é a melhor do ano até agora, e promete ser uma das melhores do ano! É um filme engraçado, (bastante) realista e comovente,  que mostra a busca de um animal pela sua verdadeira identidade. Ele é a prova de que as animações estão realmente seguindo um rumo mais sério, o que acaba sendo um alivio para os pais que já não aguentavam levar os seus filhos para aquelas animações que de tão infantis e inocentes, dava até sono.E a Pixar que se cuide, pois um novo concorrente à altura acabou de aparecer!

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Concorda? Não? Comente, sua opinão é importante! Quer sugerir um filme para a próxima review? Basta enviar um e-mail para: pipocacomcajuina@gmail.com ou comentar no post!

Até o próximo post!

See ya!

Hélio

A review de hoje vai ser sobre o filme “Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles”, antes de começar, vamos dá uma olhada na sinopse do longa: Grupo de militares luta contra uma invasão alienígena nas ruas de Los Angeles. E aí? O que você acha que devemos esperar de um filme com essa sinopse profunda? Um filme  grandioso e dramático que não é.

Acabei de chegar em casa, como hoje (sexta) tinha sido a estréia, a sala estava bem lotada, coisa que eu não esperava pois achei que o filme mal teve divulgação, pode ter sido impressão minha. Enfim, vamos ao filme propriamente dito. Ele foi exatamente o que eu achei que seria, descartável. Apesar de que os efeitos até que estão bons, mas dá pra notar que o orçamento não foi lá essas coisas, no entanto fizeram um ótimo aproveitamento do mesmo.

É engraçado que no começo do filme, quando é anunciada a “chuva de meteoros” no rádio ou televisão, ninguém, mas NINGUÉM, olha pra TV/Rádio ou onde quer que esteja passando a notícia. Nenhum comentário nem nada, era quase como se tivesse sendo transmitido um resultado do jogo do bicho, ninguém tava dando a mínima. O filme todo se é repleto de tiros, tiros, explosões, destroços voando, e tiros, será que eu estou esquecendo algo?! Se você vai pro cinema pra ver o que eu descrevi acabei de descrever, vai sair mais do que satisfeito da sessão, agora se for esperando um filme diferente que trata a invasão de Aliens de uma maneira não tão clichê assim, ih, fique em casa mesmo, alugue ‘Cloverfield’ que vale muito mais a pena.

Conclusão. “Batalha de Los Angeles” é não só mais um filme de invasão alienígena clichê, como também é um dos maissuperficiais, tudo acontece muito do nada e as vezes as decisões/diálogos dos personagens são tão batidos que dá até um desânimo. Pelo o que me lembro, durante a exibição do filme, cerca de  10 pessoas saíram da sala.

Obs.: (spoiler) Para os fãs da atriz Michelle Rodriguez, por mais inacreditável que pareça, ela não morre! Sim, não estou mentindo! Sei que tem alguns filmes que ela fez que ela permanece vivinha até o final, mas pra mim, os filmes mais marcantes que vi com ela, ela morre em todos: ‘Lost’, ‘Avatar’, ‘Velozes e Furiosos 4’, ‘Resident Evil’, etc.

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É isso aí! Se você também já viu o filme e tem algo pra acrescentar ou ressaltar, é só comentar! (rimou)
Eu me despeço por aqui! Até segunda, no CineNews!

Abraço!

Hélio

[Review] Caça às Bruxas

Publicado: 14 de março de 2011 em Cinema, Filme da Semana


De uns anos pra cá o ator Nicoles Cage vem fazendo vários filmes de diferentes estilos, creio que ele queria experimentar de tudo um pouco. Em “Caça às Bruxas” Nicolas Cage é Behmen, um cavaleiro que, depois de vários anos lutando nas Cruzadas, perdeu algumas batalhas, muitos amigos e até a fé. De volta à sua terra natal, ele encontra uma Europa devastada pela fome e a peste negra. Neste cenário de destruição ele se une a um grupo de guerreiros encarregados de levar uma garota, suspeita de ser bruxa, para um monastério distante. Não leva muito tempo até que o grupo perceber que a jovem possui forças sobrenaturais, e que eles estão prestes a enfrentar um mal além da nossa compreensão.

O filme todo, basicamente, trata-se da jornada em levar a “garota-bruxa” para um monastério distante, onde está um ultimo exemplar de um livro antigo que contém dizeres que derrotariam a bruxaria. Um dos pontos que me chamou mais atenção foram os efeitos especiais, nem de longe de um modo bom. No inicio do filme, quando é mostrado uma cena de guerra em um ângulo bastante amplo, fica mais do que evidente que praticamente todo o cenário é computação gráfica, ou seja, já não convence desde cedo.

As minhas expectativas em relação ao longa já não eram lá essas coisas, porque o Nicoles Cage tá fazendo tanto filme meia boca ultimamente que quando eu vejo um cartaz de algum filme com ele, já fico com aquele pé atrás, não criando nenhuma expectativa. Outra coisa que não gostei é que nesse filme o personagem principal é daqueles que passa o filme todo falando (ou pelo menos tentando) frases de efeitos, todas em vão.

Conclusão: Um filme fraco, não acontece quase nada no filme inteiro, e mais previsível não poderia ser. Quase no fim do longa há uma espécie de revira-volta, que tenta ser impactante, e… adivinha? Em vão de novo.

Eu passo é longe!

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É isso ae, pessoal! Fazia tempo que não postava nada, mas estamos voltando nessa semana à todo vapor! Em breve teremos algumas colunas novas e mais promoções!! Até a próxima!!

See ya!

Héliosan